Calculadora de dimensionamento de capacidade operacionalA equipe certa.
A capacidade que você precisa.
Conecte demanda, produtividade e recursos. Encontre o gargalo e compare cenários antes de dimensionar sua equipe e seus equipamentos.
Leitura executiva Base
Recalculado a cada alteração de parâmetro, dado ou cenário.
1. Parâmetros da operação
Informe os recursos no total dos turnos. O modelo distribui demanda e equipe igualmente entre turnos, com uma equipe diferente em cada turno.
2. Volume, produtividade e recursos atuais por processo
Demanda por dia, pessoas no total dos turnos e equipamentos físicos dedicados a cada processo. Os mesmos equipamentos podem operar nos turnos sucessivos. Não some unidades de medida diferentes.
| Processo | Unidade | Demanda média/dia | Produt. pessoa/h | Pessoas · total/dia | Produt. equip./h | Equip. atuais | Contratados recom. | Equip. recom. | Utilização | Remover |
|---|
3. Simule um cenário de volume, produtividade e jornada
Teste mudanças sem alterar seus dados-base. Com o cenário aplicado, toda a análise passa a responder aos controles.
4. Resultado consolidado: pessoas, equipamentos e custo
Recursos, horas e custo calculados com os parâmetros ativos.
5. Capacidade por processo e identificação do gargalo
O menor limite entre equipe e equipamentos determina a capacidade. A linha fixa marca 100%; a linha tracejada mostra a situação-base quando o cenário está aplicado.
6. Comparação de cenário
A comparação mantém a base fixa. O gargalo do cenário usa os recursos atuais; o quadro e o custo simulados usam os recursos recomendados.
…
…
- Gargalo: …
- Utilização máxima: …
- Folga de volume: …
- Equipamentos: …
…
…
- Atende ao volume planejado sob as premissas do modelo
- Considera absenteísmo: …
- Com polivalência: …
- Equipamentos: …
…
…
- Volume: …
- Produtividade: …
- Jornada: …
- Gargalo: …
- Diferença mensal: …
7. Consistência dos dados
Antes de levar o número para a reunião, confira o que o modelo encontrou nos dados informados.
8. Metodologia e premissas do cálculo de capacidade
Fórmulas, regras de interpretação e registro completo dos ajustes.
Como os números são calculados
Tempo e demanda
h = (horas por turno − pausas/60) × eficiência, para produtividade por hora efetiva. Se a produtividade já inclui todas as perdas da jornada, h = horas por turno, sem novo desconto.
D = demanda média diária × fator de pico × fator de volume. O volume é distribuído igualmente entre turnos. O fator de pico deve vir do histórico ou do planejamento da operação.
Equipes diferentes em cada turno
horas de trabalho = D / produtividade da pessoa. contratados por turno = teto(horas de trabalho / [h × turnos × (1 − absenteísmo)]). quadro total = contratados por turno × turnos. O arredondamento ocorre uma única vez por processo e por turno. Não é uma garantia estatística de cobertura das ausências.
A capacidade usa pessoas totais × (1 − absenteísmo) × h × produtividade no modo contratado. No modo presentes, usa a soma de pessoas efetivamente presentes nos turnos, sem desconto adicional. A presença observada fica fixa no cenário; o absenteísmo simulado altera apenas a recomendação de contratação nesse modo.
Equipamentos e gargalo
equipamentos = teto(D / [produtividade do equipamento × h × turnos]). São equipamentos físicos, dedicados por processo e reutilizados nos turnos. A capacidade do processo é o menor limite entre equipe e equipamento. Equipamento com quantidade zero e produtividade positiva bloqueia a operação; quantidade positiva sem produtividade torna o diagnóstico incompleto. Se quantidade e produtividade são zero, o processo é tratado como manual.
Margem e polivalência
utilização = D / capacidade × 100. margem = mínimo(capacidade / D − 1) × 100 nos processos com demanda. Capacidade zero implica margem de −100%; demanda zero não limita os demais. Uma margem negativa indica a redução proporcional de volume necessária; o percentual de aumento de capacidade é diferente.
Polivalência soma horas antes de arredondar por turno. É um limite teórico, que depende de treinamento, deslocamentos e compatibilidade dos horários. Não representa redução garantida do quadro. Pessoas e equipamentos não podem ser contados duas vezes entre processos.
Custos e período
Todos os equipamentos informados entram no custo atual, mesmo sem produtividade. Pessoas presentes não revelam o número de contratados; nesse modo, custo atual e diferença de custo ficam indisponíveis. Custos recomendados usam recursos calculados e os custos médios informados, acrescidos do adicional mensal do cenário. Dias trabalhados multiplicam a carga diária para formar as horas mensais; salários e contratos mensais não são multiplicados novamente pelos dias.
Limites de interpretação
Este é um modelo determinístico de carga e capacidade. Pressupõe mix constante, carga equilibrada entre turnos e recursos dedicados por processo. Não simula filas, variabilidade intradiária, escalas semanais, férias, falhas de máquinas ou nível de serviço. Valide essas condições antes de decidir contratações ou investimentos.
Como importar, salvar e imprimir
- Modelo CSV: baixa os processos atuais com sete colunas. Cabeçalhos podem mudar de ordem. Arquivos separados por ponto e vírgula usam padrão brasileiro (1.234,56); separados por vírgula usam ponto decimal. Campos de texto aceitam aspas e quebras de linha.
- Importar arquivo: até 500 processos em arquivos de até 2 MB. Revise a prévia antes de substituir os dados. Linhas inválidas precisam ser corrigidas; não são descartadas silenciosamente. CSV mantém os parâmetros e o cenário atuais, indicados na prévia. Arquivos .lex restauram tudo.
- Salvar aqui: salva apenas neste navegador e dispositivo. Baixar cenário: gera um .lex para backup ou transferência. Nenhum dado é enviado pela ferramenta.
- Imprimir: gera um relatório próprio, com os parâmetros ativos, as tabelas de cálculo e a comparação. Para gerar PDF, use a opção do navegador.
Revisão 3.0 · alterações e motivos
- Turnos: separação entre horas de uma pessoa e horas diárias do equipamento, para não usar a mesma equipe em turnos sucessivos.
- Arredondamento: cálculo direto da contratação por turno, para evitar inflar a recomendação com dois arredondamentos.
- Base da produtividade: seleção entre hora efetiva e hora de jornada, para não descontar pausas e perdas duas vezes.
- Entradas inválidas: validação visível, limites alinhados e bloqueio de resultados incompletos, sem substituir erros por zero ou por tempo fictício.
- Capacidade zero e demanda zero: estados distintos; bloqueios passam a determinar o gargalo e a margem consolidada.
- Custos: inclusão de toda a frota atual; modo presentes não inventa folha salarial; custo recomendado e horas mensais ficam explícitos.
- Cenários: produtividade de pessoas separada da de equipamentos, custos adicionais, controles numéricos precisos e validação da jornada simulada.
- Recomendações: conferência de ambas as restrições do processo; a ação mostra todas as carências e o saldo de posições por processo, para evitar apenas deslocar o gargalo ou confundir redistribuição com contratação.
- Polivalência e pico: premissas explícitas, sem promessa de economia ou percentuais universais sem base.
- Exportação: parâmetros e produtividades realmente ativos, precisão decimal, custos e alertas incluídos no diagnóstico.
- CSV: cabeçalhos por nome, números por formato, aspas e quebras de linha; prévia, motivos dos erros e aplicação atômica.
- Proteção dos dados: neutralização de fórmulas em CSV, texto importado sem execução de HTML e validação de arquivos .lex antes da aplicação.
- Persistência: backup .lex sempre disponível, estado de salvamento, migração explícita da versão 2.0 e desfazer remoção de processo.
- Identidade e navegação: logo original incorporado, paleta alinhada ao template e leitura executiva mais direta.
- Celular e acessibilidade: processos em cartões editáveis, alvos de toque maiores, foco visível, rótulos e mensagens de validação acessíveis.
- Impressão: relatório com tabelas estáticas completas, sem campos cortados ou controles interativos no documento.